Mostrando postagens com marcador Graça. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Graça. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

O Alcance e o propósito da graça


O alcance e o propósito da graça


(Tito 2.11-15)

 

Link para o vídeo deste estudo: http://youtu.be/UAqlM5J8Fs0


Abordando as seguintes questões:


v A graça  salvadora é a única esperança para os pecadores
Ø  Romanos 6.23 e João 1.29; 14.6.
v A graça salvadora foi manifesta a todos os homens
Ø  Tito 2.11; 3.4; Hebreus 2.9; 1 João 2:2; João 1. 7-9; 3.16-19; 6.40; 8.13; 12.32; 2 Co 5.15; Mateus 4:16; 1Timóteo 2.4-6; Atos 2.21; 17.30; 26.16-18; Romanos 1.16; 3.22.
v A graça salvadora não é compulsória, pois não se impõe  pela força contra a vontade humana, mas procura cativar pelo amor.
Ø  Atos 7.51; Deuteronomio 10.16; Hebreus 3.8 e 15; 4.7; Apocalipse 3.20; João 1.11-12; 3.19.
v A graça salvadora conclama ao arrependimento
Ø  Tito 2.11, 12, , 14; 3.8; 2 Pedro 3.9; Marcos 1.15; Mateus 3.2 e 8; Atos 2.38; 3.19; 5.31; 11.18; Atos 20.21; 26.20; Lucas 3.3; 5.32; Romanos 2.4; 2 Timóteo 2.25; Hebreus 6.6; 2 Coríntios 7.9.
v A graça salvadora é apropriada pela fé para as boas obras
Ø  Efésios 2.8-10; Tito 3.4-8.
v A graça salvadora não é um fim em si mesma
Ø  Tito 2.11, 12, 14; 3.7 e 8;  
v A graça salvadora produz regeneração e santificação 
Ø  Tito 2.11, 12, 14; 3.7 e 8;  1 Tessaloniscenses 4.3 e Romanos 6.19.
v A graça salvadora nos torna filhos de Deus
Ø  Tito 3.7; João 1.12; Romanos 8.29; 2 Pedro 1.4.
v A graça salvadora não é apenas uma obra de Deus a nosso favor, mas também dentro de nós!
Ø  Tito 3.5; Ezequiel 36.26; Gálatas 2.20; João 3.3; 1 João 3.9.
v A graça salvadora nos capacita para toda boa obra  
Ø  Tito 2.14; 3.8, 14;  2 Pedro 1.3-11; Efésios 2.8-10.


O pecado separa o homem de Deus e traz condenação. Por causa do pecado, Adão e Eva foram expulsos do Paraíso e foram condenados a morte. "Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça" (Romanos 1.18). O pecado não ficará impune, pois a justiça prevalecerá sobre o pecado. Os dias do reinado do pecado estão contados, pois o Juízo Final se avizinha (2Pedro 3.7; Romanos 2.5; Judas 1.6 e Apocalipse 21.4). 

Por possuir uma natureza corrompida pelo pecado, o ser humano não consegue, por conta própria, obedecer plena e satisfatoriamente a todos os mandamentos de Deus (Romanos 3.10, 23). O melhor de nós não é suficiente, pois nossas boas obras são como trapos imundos diante da santidade divina (Isaías 64.6). Diante da contemplação da santidade gloriosa de Deus, Isaías exclamou: "Ai de mim" (Isaías 6.5); Semelhantemente, Pedro disse a Jesus: "retira-te de mim, porque sou pecador" e até mesmo aquele que o próprio Jesus considerou como o maior dos homens, João Batista, reconheceu a sua pequenez e insignificância diante do Cristo, dizendo "não sou digno de desatar as correias das suas sandálias" (João 1.27). E Jeremias afirmou que "as misericórdias do Senhor são a causa de não termos sido consumidos" (Lamentações 3.22).

Portanto, estando os homens incapazes de se salvarem da condenação eterna por estarem "mortos em seus delitos e pecados" (Efésios 2.1), e, sendo Deus, tanto justo quanto amoroso (Salmo 7.9), foi que ele decidiu enviar o seu Filho Unigênito para sofrer a condenação destinada aos pecadores (João 3.16), o justo morrendo no lugar dos injustos (Isaías 53; Romanos 3.26), como o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (João 1.29). Tudo isto para cumprir as reivindicações de sua justiça e também para manifestar o seu grande amor pela humanidade. 

Esta é a manifestação da graça salvadora de Deus a toda a humanidade (Tito 2.11). que, sem ela, estaria irremediavelmente condenada a perdição. Cristo morreu em favor de todas as pessoas e não apenas em favor de um grupo seleto (Tito 2.11; Hebreus 2.9 ). Seu perdão é extensivo a todos sem distinção, mas, para ser efetivo, precisa ser apropriado através da fé e do arrependimento. "E ele (Jesus) é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo. (1 João 2:2). João inicia o seu registro do Evangelho declarando que a missão de João Batista era que "testificasse a respeito da luz, a fim de todos virem a crer por intermédio dele. Ele não era a luz, mas veio para que testificasse da luz, a saber, a verdadeira luz, que, vinda ao mundo, ilumina a todo homem" (João 1.7-9). O propósito é claro e não se trata da salvação de um grupo de escolhidos, mas tem por objetivo a salvação de todos os homens. A luz da graça salvadora brilhou a todos os homens! "O povo, que estava assentado em trevas, Viu uma grande luz; E, aos que estavam assentados na região e sombra da morte, A luz raiou" (Mateus 4:16). Jesus é a luz dos homens (João 1.4). Ele é a luz do Mundo (Jo 8.12). Jesus não veio para julgar, mas para salvar o mundo que já estava condenado (João 3.17, 18) , mas "o julgamento é este, que a luz veio ao mundo, mas os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque suas obras eram más" (João 3.19).

Deus deseja que todos os homens sejam salvos (1Timóteo 2.4). Por isto foi que "se manifestou a benignidade de Deus, nosso salvador e o seu amor para com todos" (Tito 3.4). Porque Deus não quer que nenhum ser humano sequer pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento, que é uma condição para o usufruto desta graça salvadora (2 Pedro 3.9). Como disse Jesus: "a vontade do meu pai é que todo o homem que vir o Filho e crer nele, tenha a vida eterna" (João 6.40). 

Por tudo isso é que sabemos que a salvação é alcançada através da fé em Cristo e não por méritos próprios. Mas esta fé é uma fé viva que opera através do amor. A salvação é uma obra regeneradora do Espírito Santo, através da qual somos "feitos" filhos de Deus e não apenas "denominados" (João 1.12). Assim como os cristãos não apenas são chamados "santos", como também devem tornar-se santos como é santo o Pai celestial (1 Pedro 1.15, 16). Isto não é obra da carne, ou seja, isto não é produto do mero esforço humano, mas é a grande obra de Deus no coração do crente, que Cristo chama de "novo nascimento" (João 3.3-8). Paulo descreve a salvação não apenas em termos de uma obra de Deus em favor de nós, mas também dentro de nós; não apenas em termos de justificação, mas também de uma poderosa regeneração possibilitada pelo lavar regenerador e purificador do Espírito Santo (Tito 3.5). Cumprisse assim a promessa de Deus pronunciada pelo profeta Ezequiel: "E lhes darei um só coração, e um espírito novo porei dentro deles; e tirarei da sua carne o coração de pedra, e lhes darei um coração de carne para que andem nos meus estatutos, e guardem os meus juízos, e os cumpram; e eles me serão por povo, e eu lhes serei por Deus" (Ezequiel 11:19, 20).

Vemos aí, que, Deus, já nos tempos do Antigo Testamento, apontava para a sua grande salvação que propiciaria um novo coração e um novo espírito para que seu povo fosse capaz de obedecer os seus mandamentos. Algo semelhante vemos Paulo falando aqui a Tito, mostrando que o propósito desta salvação é "remir-nos de toda iniquidade e purificar para si mesmo um povo exclusivamente seu zeloso de boas obras" (Tito 2.14).

Paulo conclui este parágrafo conclamando a Tito a pregar este ensino com toda coragem, repreendendo com toda a autoridade (Tito 2.15). Pois os que creem em Deus não podem ser infrutíferos (Tito 3.14), mas devem serem solícitos e distinguirem-se na prática das boas obras (Tito 3.8, 14). Somos salvos pela graça para as boas obras que Deus preparou de antemão para que andássemos nelas (Efésios 2.8-10). O destino que Deus tem para o seu povo é que ele seja santo e irrepreensível (Tito 2.14; Efésios 1.4; 1 Tessalonicenses 4.3). Deus planejou que todos nós fôssemos conformes à imagem de seu Filho"(Romanos 8.29) e não conforme o mundo (Romanos 12.1,2). Pois os pervertidos é que vivem deliberadamente pecando (Tito 3.11), enquanto que os nascidos de Deus não vivem na prática do pecado (1 João 5.18). Nascemos de novo para viver conforme Jesus viveu e não mais de acordo com os padrões mundanos.

A graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens a fim de remir-nos de toda iniquidade, capacitando-nos para sermos um povo zeloso de boas obras. Dize estas coisas, exorta e repreende também com toda a autoridade. Ninguém te despreze. (Tito 2.11-15).

Bispo José Ildo Swartele de Mello
http://escatologiacrista.blogspot.com 

sábado, 22 de outubro de 2011

Graça irresistível ou preveniente?

Li um interessante texto do Dr. Adrian Rogers a respeito do embate histórico entre arminianos e calvinistas. Ele começa afirmando que um cego precisa mais do que de luz para ser capaz de enxergar. E, que, quando jovem, costumava pensar que o seu papel como pregador era apenas o de ensinar o caminho da salvação para as pessoas. Mas logo percebeu que para uma pessoa cega a quantidade de luz é indiferente. Portanto, assim como é preciso mais do que luz para que um cego possa ver, assim também é necessário mais do que a pregação para que as pessoas possam ser salvas, pois somente o Espírito Santo pode convencer o homem do pecado, da justiça e do juízo. Por esta razão a igreja deve orar sem cessar em favor da conversão de almas, sabedora da dependência que temos da unção do Senhor para abrir os olhos dos cegos para a realidade do Evangelho de Cristo.

Ele arremata dizendo que o homem caído é cego espiritualmente e, portanto, carece de visão. Como ouvimos que não há quem busque a Deus, aprendemos das Escrituras que Deus toma a iniciativa de procurar o homem, que é exatamente os Evangelhos mostram Jesus fazendo quando o descreve buscando (Lucas 19:10),chamando (João12:32) e batendo a porta do coração do perdido (Apocalipse 3:20). Sendo assim, é o Espírito Santo quem convence o homem (João 16:8), dando pontadas no coração (At 26:14), compulgindo o coração (Atos 2:37), e promovendo a abertura do coração para que este possa ser capaz de responder positivamente ao Evangelho (Atos 16:14).

Esta é a iluminação da Graça Preveniente, que não deve ser confundida com a regeneração. Porque a Iluminação lida com o velho coração, enquanto a regeneração tem a ver com o novo coração. Em João 1:9 lemos que Jesus é verdadeira luz que, vindo ao mundo, ilumina a todo homem. Paulo afirma que o Evangelho é a Luz através da qual o Espírito Santo abre os olhos dos homens (Romanos 10:17). Um homem é iluminado a fim de receber o Evangelho. Um homem é regenerado depois de ter sido selado em Cristo (Efésios 1:13). A regeneração se dá através do lavar renovador do Espírito Santo (Tito 3:5), momento em que nos tornamos "novas criaturas" em Cristo (2 Coríntios 5:17), nascidas de novo, com um "coração novo" e um "espírito novo" (Ezequiel 36:26). O calvinismo, ao contrário, ignora o claro ensino de Efésios 1:13, para ensinar erroneamente que os homens são previamente escolhidos por Deus para a salvação, de modo que o chamado e a graça sejam irresistíveis para o grupo dos predestinados. Assim, fica manifesta a clara diferença entre a graça preveniente do arminianismo e graça irresistível do calvinismo.

Questões:
  1. O calvinismo ensina que antes de crer e ser salvo é preciso ser previamente escolhido e estar preliminarmente posicionado em Cristo. Seria, então, possível estar em Cristo antes de ser salvo? Bem, para o arminiano, a ordem dos eventos está claramente apresentada em Ef 1:13, que ensina que primeiro é preciso ouvir o Evangelho, que é uma condição para se poder crer, que, por sua vez, é uma condição para receber o selo regenerador do Espírito. A fé vem através de ouvir a Palavra do Evangelho (Rm 10:17). Assim, o arminiano quer saber como o calvinista pode ensinar ser possível alguém estar em Cristo antes mesmo de crer e ser selado pelo Espírito?
  2. Romanos 8.1 diz que não há nenhuma condenação para os que estão em Cristo Jesus e sabemos também que os que não crêem estão debaixo da condenação (Jo 3.18). Sendo assim, seria contraditório afirmar que um incrédulo estaria em Cristo antes mesmo de sua conversão.
  3. Se a graça fosse irresistível, como Saulo de Tarso teria sido capaz de recalcitrar contra os aguilhões? (Veja Atos 26:14). E se a graça fosse irresistível, como poderia ser possível a queda e a perdição de que cristãos verdadeiros que tiveram os seus olhos iluminados para verem e experimentarem o dom celestial de modo a terem se tornado participantes do Espírito Santo, e de terem também provado a boa palavra de Deus e os poderes do mundo vindouro (Hb 6.4-6)?
  4. Santidade e perseverança são necessárias para evitar a remoção do candelabro (Ap 2.5), para garantir o acesso ao fruto da árvore da vida (Ap 2.7), receber a coroa (Ap 2.10), escapar da segunda morte (Ap 2.11) do juízo da espada (Ap 2.16), do risco de ser vomitado (Ap 3.16) e de ter seu nome riscado (Ap 3.5). E o que dizer também de textos como Hb 6.4-8; 10.26-31; 12.14-15; 1 Co 9:27; 2 Pe 1; 3.17-18 e Jo 15.6?
  5. "Portanto, amados, sabendo disso, guardem-se para que não sejam levados pelo erro dos que não têm princípios morais, nem percam a sua firmeza e caiam. Cresçam, porém, na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, agora e para sempre! Amém" (2 Pe 3.17 e 18).

No amor do Senhor,
Bispo José Ildo Swartele de Mello

terça-feira, 31 de maio de 2011

12 Maravilhosas Mudanças Provocadas pela Cruz!


  1. O Antigo Testamento foi superado pelo Novo Testamento, que é infinitamente superior (Jr 31.31 e Hb 8.6; 12.24);
  2. A lei foi superada pelo Evangelho da Graça (Rm 6.14; 10.4);
  3. O sacrifício de animais foi superado pelo sangue do Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo 1.29) ;
  4. O Povo de Israel foi superado pela Igreja como povo de Deus que congrega em si judeus e gentios fiéis ao Messias (Gl 6.16; Ef 2.12-16; Hb 8.8-10; 1 Co 12.13);
  5. A circuncisão foi superada pelo batismo cristão (Cl 2.11; Rm 2.28-29; Fl 3.3; Rm 2.29);
  6. O sacerdócio levítico foi superado pelo sumo-sacerdócio de Cristo (Hb 4.14; 6.20; 8.5; 9.9, 24; 10.9,16,19-21; 11.9-16,39,40; 12.18-24; 13.10-14) e pelo sacerdócio universal de todos os crentes (1 Pe 2.9);
  7. Doze patriarcas são suplantados pelos doze Apóstolos de Cristo (Lc 6.13; 9.1; 22.14; Ef 2.20; At 2.43; Ap 21.14);
  8. A Jerusalém terrestre foi superada pela Nova Jerusalém celestial, ou seja, a terra prometida de Canaã foi suplantada pelo céu (Ap 21.2; 3.12; 2 Co 5.1; Fp 3.19-21);
  9. O templo de Jerusalém foi superado pelo Corpo de Cristo que é a Igreja (Hb 8.2; 1 Co 3.16-17; 2 Co 6.16-19; Ef 2.22; At 7.48; 17.24; Mt 18.20).
  10. Moisés foi superado pelo Novo Legislador, Jesus, que do alto de um Novo Sinai traz um Novo Mandamento (Mt 5.17-48; cf. 19.7; Jo 13.34);
  11. A Páscoa judaica foi superada pela Ceia do Senhor (Mt 26.28; 1 Co 11.25, cumprindo Jr 31.31-34; 1 Co 5.7; 1 Co 5.7,8; Lc 22.15; Mt 26.2-19; Mc 14.1, 12-16; Lc 22.7-15; Jo 2.13; 13.1), e
  12. E o Sábado foi superado pelo Dia do Senhor (Mc 16.9; Jo 20.1,19-23,26-29; At 2.1-4 cf. Lv 23.15,16; At 20.6,7; 1 Co 16.1,2; 1 Coríntios 1.2)!
Leia o artigo completo Sobre a Questão do Mandamento do Sábado em: 

Bispo José Ildo Swartele de Mello

Sobre o Mandamento do Sábado

Sobre o Mandamento do Sábado

domingo, 1 de maio de 2011

Protesto Contra a Comercialização do Sagrado


Estão propondo votos e Sacrifícios em dinheiro para obtenção da plenitude do Espírito Santo
Estão propondo votos e Sacrifícios em dinheiro para obtenção da plenitude do Espírito Santo