segunda-feira, 2 de maio de 2011

Grande Celebração do Coração Aquecido


Participe do culto histórico que reunirá milhares de pastores e membros das igrejas de origem metodista para uma grande celebração daquele que foi o estopim do avivamento wesleyano, ou seja, a poderosa experiência santificadora do Espírito Santo que transformou a vida de Wesley e o mundo ao seu redor.

Cremos que a pregação e a vivência da santidade cristã são o que o Brasil mais precisa neste momento. Oramos em favor de um genuíno avivamento que produza transformação de vidas e que cause um poderoso e positivo impacto na sociedade brasileira.

Participe e divulgue!

Dia 21 de Maio de 2011 no Ginásio do Ibirapuera - Culto Principal começará às 16 h.

Consciência Ecológica

Por Ariovaldo Ramos

“E Deus os abençoou e lhes disse: sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todo animal que rasteja pela terra” (Gênesis 1,28).

Esse verso, conhecido como o mandato cultural – a ordem de Deus para que a raça humana se expanda e assuma o planeta – geralmente tem sido interpretado como uma permissão para que a humanidade exerça total domínio sobre a criação, multiplicando-se de forma indistinta. No entanto, é simplesmente o contrário.

Essa fala divina, na verdade, está inserida no contexto mais amplo da responsabilidade e do relacionamento. O que Deus fez foi entregar o mundo aos cuidados da raça humana, quando ainda éramos Seus parceiros, antes de nossa queda por desobediência. Portanto, ver o mandato cultural numa perspectiva predatória, que é uma das marcas da rebelião da raça humana contra o Criador, é um contra-senso. Não combina com o caráter de Deus, com o estado da humanidade na ocasião e, muito menos, com a conclusão divina sobre a sua criação: “Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom” (Gênesis 1,31).

O problema é que adotamos parâmetros totalmente equivocados ao seguir a indicação de Deus, quando Ele diz ‘dominai’. Entre as muitas formas de exercer domínio, escolhemos o modelo anti-ecológico que praticamos atualmente, com os resultados nefastos conhecidos por todos. Entretanto, o contexto das Escrituras Sagradas fala de um modelo divino inequívoco: “Tomou, pois, o Senhor Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar” (Gênesis 2,15). Ou seja, Deus propôs que o planeta fosse um grande jardim. Um jardim cuja essência é comunitária e no qual a beleza reside no conjunto: pressupõe harmonia e partilha de recursos, numa engenharia em que a sobrevivência e a necessidade de crescimento de todos os seres sejam garantidas. Em outras palavras, desenvolvimento sustentado.

No projeto de Deus, o homem é um jardineiro, com a peculiaridade, importante, de ser parte do jardim. E a restrição prescrita a todas as espécies – de não ameaçar a existência das demais – recai, por excelência, sobre o jardineiro: somos nós os responsáveis por administrar o relacionamento do planeta com os seus ocupantes, e destes entre si. Não temos, portanto, o direito de ocupar de modo ilimitado os espaços do planeta, ou de canalizar todos os recursos para nós, ou de qualquer movimento que ponha em risco a sobrevivência do planeta. Fazemos parte e somos dependentes do equilíbrio ecológico. Estabelecer limites para a nossa expansão sobre o planeta é um imperativo.

Se, desde o princípio, tivéssemos sido o jardineiro consciente que o Criador desejou, a experiência do jardim comunitário, da vida solidária, tornaria natural a busca por um desenvolvimento sustentado. Bem, não o fomos. Pelo contrário, tornamo-nos a antítese do jardineiro. Logo, duas questões, imbricadas entre si, foram tornadas urgentes: a racionalização do consumo e a consequente recuperação do bioma. Assim, todos os meios salutares devem ser usados para que nossa existência não seja a causa da falência do planeta. Não é tarde para apreendermos a perfeição do jardim de Deus.

Fotos da Fraternidade Wesleyana de Santidade

Um olhar renovado sobre o tema da santidade

Como os líderes devem avançar na vivência da santidade em seus ministérios, o que vem a seguir representa os temas que deverão ser considerados com cuidado nos próximos anos. Nós oferecemos isso como um convite ao engajamento em torno da mensagem transformadora confiada aos nossos cuidados.

1. Dimensões da Santidade
Santidade tem várias dimensões. Dentro de cada dimensão existem realidades contrastantes. É importante abraçar os dois elementos de cada lado, a fim de experimentar e praticar a santidade na sua plenitude.
  1. Individual e corporativa: Nós somos chamados a ser pessoas santas individualmente e a ser um povo santo corporativamente. O aspecto social da santidade, que é proeminente nas Escrituras, precisa ser novamente enfatizado nesta época e cultura.
  2. Centrada em Cristo e centrada no Espírito Santo: o trabalho do Espírito Santo em nós leva a conformidade com a pessoa de Jesus Cristo. Um não deve ser expresso sem o outro. 
  3. Desenvolvimento e Fim: Deus tem um propósito final para cada pessoa, que é ser como Jesus Cristo. O ensino sobre o desenvolvimento da vida cristã deve ter como propósito final levar o cristão a ser semelhante a Cristo.
  4. Crise e Processo: Uma obra definitiva da graça de Deus em nossos corações e nossa constante cooperação com sua graça, devem ser igualmente enfatizados.
  5. Bênçãos e Sofrimentos: A plena união com Jesus Cristo traz muitas bênçãos, mas também nos torna participantes de seus sofrimentos.
  6. Separação e Encarnação: Os santos de Deus estão, mas não são do mundo. Santidade requer tanto separação e redenção, reconciliação e engajamento restaurador.
  7. Forma e Essência: Santidade sempre se expressa em formas específicas, que são as maneiras pelas quais ela é traduzida em vida e ação. Mas as formas não devem ser confundidas com a essência da própria santidade.
Como você consegue conciliar estas realidades contrastantes em sua vida pessoal e ministério? Onde você vê a necessidade de maior equilíbrio? 

2. Essência da Santidade 
A essência da santidade é que Deus é santo e nos chama a ser um povo santo. O desafio é refletir a Jesus Cristo de uma forma relevante e contextual que transcenda as barreiras sociais e as diversidades culturais. Habitado e fortalecido pelo Espírito Santo, o povo santo deve viver e amar como Jesus Cristo. Andando intimamente com ele, transbordamos em compaixão e abraçamos a causa daqueles a quem Deus ama. 
Como você pode efetivamente encarnar a santidade no contexto onde você vive atualmente, quer no nível pessoal como também no social, através da sua ação missionária?

3. Santidade e Unidade
Embora as diferenças nos tenha levado a nos fragmentarmos em igrejas, a santidade nos convida à unidade. Deus quer nos curar, restaurar o que foi quebrado, promovendo unidade e integração do indivíduo, da família, da igreja e de toda a sociedade. O impacto da santidade ultrapassa as fronteiras da tradição, da teologia, do gênero, das etnias e do tempo, afetando positivamente as pessoas e as estruturas institucionais. A cura resultante une todos os cristãos plenamente, que podem testemunhar assim de seu crescimento na semelhança de Cristo. A mensagem de santidade envolve conversação e envolvimento com os outros.

Quais não devem ser nossos discursos e ações em favor da plena restauração das pessoas, das igrejas e da sociedade? 

4. Santidade e Cultura
O Povo Santo, enquanto ele mesmo é influenciado pela cultura, deve transmitir a mensagem de santidade dentro das diversas culturas existentes. Cultura afeta a mensagem de santidade e as igrejas porque, como seres humanos, somos seres sociais. A cultura nos desafia a articular a santidade de modo relevante e transformador sem perder a integridade da mensagem. 
Como fazer exegese da cultura e subcultura a fim de produzir transformação? Como você poderia encarnar a mensagem de santidade no seu contexto pastoral?
5. Santidade e Comunidade
Santidade individual e social exige que as comunidades de fé possuam estruturas organizacionais, processos e conteúdos que promovem a obediência radical a Jesus Cristo. Santidade não se desenvolve isoladamente e as comunidades de fé oferecem apoio espiritual e prestação de contas. 
Que estruturas organizacionais, processos e conteúdos ajudariam melhor a promover a obediência radical a Jesus Cristo, pessoalmente e no ministério?
6. Santidade e preocupação social
Compromisso social é uma expressão essencial da encarnação da santidade pessoal e social. Inclui ministério entre os pobres, oprimidos e marginalizados. Santidade requer uma resposta às necessidades mais profundas e severas do mundo. Engajamento social é a continuidade do trabalho de Jesus Cristo, através da Igreja, pelo Espírito Santo e para o mundo.

Sendo a proclamação do evangelho de Jesus Cristo para os pobres algo tão essencial, como você tem se engajado em dar seqüência a obra de Cristo em socorro aos desfavorecidos e marginalizados?
7. Comunicar Santidade
Cristãos vivem em ambientes de mudança contínua de linguagem. Eles devem comunicar a mensagem de santidade, de maneira clara, relevante e cativante. A mensagem de santidade, muitas vezes, é comunicada com os termos e paradigmas que não são compreendidos hoje em dia.
Que termos e paradigmas você poderia usar para comunicar a mensagem de santidade de forma mais convincente?

O Manifesto de Santidade

O Manifesto de Santidade surgiu de uma preocupação por parte de alguns líderes das igrejas de origem wesleyana que perceberam que a mensagem de santidade foi sendo diluída internamente e deturpada externamente. Por um lado, em meados do século 20, a santidade era cada vez mais definida em termos de performance, geralmente em termos daquilo que as pessoas não devem fazer. Isso levou a uma ênfase exagerada sobre regras de comportamento, o que acabou descambando em legalismo. Por outro lado, na segunda metade do Século XX, devido a uma ênfase exagerada em crescimento da Igreja, tivemos um aumento do número de cristãos nominais, que não manifestam frutos dignos de arrependimento. Juntos, esses fatores ameaçavam ofuscar a mensagem do amor e da transformação do coração e da vida que são a herança do movimento de santidade.

Nos últimos 10 anos, igrejas de linha de santidade se tornaram cada vez mais conscientes do seu patrimônio único e de seu potencial para ministrar com relevância as necessidades desta sociedade pós-moderna. Com ênfase na graça de Deus, transformação, e vida íntegra e autêntica diante de Deus e de outras pessoas, a mensagem de santidade é cada vez mais atraente para uma ampla gama de pessoas de todas as tradições religiosas.

Um dos objetivos deste projeto foi o de chamar a atenção para a necessidade de rearticular a mensagem de santidade de modo a fazer jus ao seu legado histórico, a medida que também busca evitar as armadilhas de dois extremos: legalismo, de um lado, e evangélicos genéricos sem transformação de vida, de outro.

A Crise que Enfrentamos

Jamais houve um tempo em que uma articulação autêntica e motivadora da mensagem da santidade fosse tão necessária como atualmente. Pastores e líderes em todos os níveis eclesiásticos chegaram a um beco sem saída em sua procura por formas de revitalizar suas congregações e denominações. O zelo e a energia das igrejas tem sido empregados na busca incessante por um método melhor, uma moda passageira, uma visão mais recente e melhor para desencadear o crescimento. Nesse processo para descobrir um método mágico para termos igrejas vibrantes, saudáveis e crescentes, nosso povo tornou-se altamente ineficaz e cativo de um cristianismo genérico que resultou em congregações que não se distinguem da cultura que as circundam. As igrejas precisam de uma mensagem autêntica e clara que substituirá o “santo graal” de métodos como o foco de nossa missão. Nossa mensagem é nossa missão!

Além do mais temos sido inundados por líderes que se tornaram prisioneiros de uma mentalidade de sucesso numérico e influência programática. Eles se tornaram tão preocupados sobre “como” administrar a igreja que negligenciaram o aspecto mais importante que tem a ver com “o que” a igreja declara. Nós inundamos o “mercado” com esforços metodológicos para fazer a igreja crescer. Neste processo, nossos líderes perderam a capacidade de liderar. Eles não conseguem liderar porque não tem nenhuma mensagem autêntica para transmitir, nem uma visão autêntica de Deus, nem uma compreensão transformadora da alteridade de Deus (Deus: o totalmente Outro). Eles sabem disto e desejam encontrar o poder centralizador de uma mensagem que faça a diferença. Mais que nunca desejam banhar-se em uma profunda compreensão do chamado de Deus pela santidade - vida transformada. Estão cansados de confiarem em métodos. Querem uma missão. Querem uma mensagem!

As pessoas hoje estão buscando um futuro sem terem uma memória espiritual. Eles suplicam aos cristãos por uma palavra generosa e integrativa que faça sentido e faça a diferença. Temos a obrigação de deixar claro que Deus é relevante para a vida das pessoas. Nós temos de nos livrar de nossa obsessão por uma linguagem verborrágica, de expectativas embaraçosas e de nossos padrões intransigentes. Qual é o âmago, o centro, a essência do chamado de Deus? Eis aí nossa mensagem, eis aí nossa missão!

As pessoas nas igrejas estão cansadas das nossas mesquinhas linhas de demarcação que criam artificialmente compartimentos, denominações e divisões. Estão cansadas de construírem instituições. Anseiam por uma mensagem clara e articulada que transcenda a institucionalização e os conflitos entre os seguidores de Jesus Cristo. Estão envergonhados pela mentalidade corporativista das igrejas que defendem pedaços do evangelho como se a elas pertencessem. Querem conhecer o poder unificador e transformador de Deus. Querem ver a impressionante santidade de Deus, que nos compele à unidade na qual testemunhamos seu poder. As pessoas aceitam o fato de que nem todos nós seremos semelhantes; haverá diversidade. Mas querem ter a certeza que qualquer que seja a igreja ou líder, saibam que somos um - unidos pelo santo caráter de Deus que nos dá toda a vida e amor. Querem uma mensagem que seja unificadora. A única mensagem que pode fazer isto vem da natureza de Deus, que é unidade na diversidade.

Portanto, neste momento crítico, para o bem estar da igreja, nós focalizamos o tema da santidade de uma maneira renovada. Em nosso ponto de vista, este foco é o coração das Escrituras no que diz respeito à existência dos cristãos através dos tempos - e claramente para o nosso tempo.


A Mensagem Que Temos

Deus é santo e nos chama a sermos um povo santo.

Deus, que é santo, tem um amor abundante e fiel por nós. O santo amor de Deus nos é revelado na vida e ensinamentos, morte e ressurreição de Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador. Deus continua a agir, dando vida, esperança e salvação através da habitação do Santo Espírito, conduzindo-nos à vida santa e amorosa de Deus. Deus nos transforma, livrando-nos do pecado, idolatria, servidão e egoísmo para amarmos e servirmos a Deus, aos outros e para sermos mantenedores da criação. Portanto, nós somos renovados à imagem de Deus como revelada em Jesus Cristo.

Separado de Deus, ninguém é santo. Os santos são separados para o propósito de Deus no mundo. Capacitados pelo Espírito Santo, os santos vivem e amam como Jesus Cristo. A santidade é tanto um dom quanto uma resposta renovadora e transformadora, pessoal, comunitária, ética e missionária. Os santos de Deus seguem a Jesus Cristo ao engajarem-se nas culturas do mundo e trazerem os povos a Deus.

Os santos não são legalistas ou julgadores. Não buscam um estado privado e exclusivo de serem melhores que os outros. Santidade não é ausência de falha, mas o preenchimento com a vontade de Deus para nós. A busca pela santidade não deve cessar nunca, pois o amor de Deus não se extingue.

Deus quer que sejamos, pensemos, falemos e ajamos no mundo à maneira de Cristo. Convidamos a todos a abraçarem o chamado de Deus a:

  • Ser cheios do Espírito Santo em Jesus Cristo - sendo capacitados a cooperar em favor do Reino de Deus; 
  • Viver uma vida devota, pura e reconciliada, sendo desta forma agentes transformadores de Jesus Cristo no mundo; 
  • Viver como um povo fiel da aliança, construindo comunidades responsáveis, crescendo em Jesus Cristo, encarnando o Espírito das leis de Deus em uma vida santa; 
  • Exercitar, para o bem comum, um leque eficaz de ministérios e chamados, de acordo com a diversidade de dons do Espírito Santo; 
  • Exercer ministério de compaixão, solidariedade aos pobres, advogar a causa da igualdade, promover a justiça, a reconciliação, a paz; e 
  • Cuidar da terra, o dom de Deus confiado a nós, trabalhando com fé, esperança e confiança pela cura e cuidado por toda a criação. 
Pela graça de Deus, comprometamo-nos juntos a sermos um povo santo.


As Ações que Tomamos

Que este chamado nos impulsione a levantarmos a visão bíblica da missão cristã:
  • Preguemos a mensagem transformadora da santidade; 
  • Ensinemos os princípios do amor e do perdão de Cristo; 
  • Vivamos vidas que reflitam a Jesus Cristo; 
  • Lideremos um engajamento com as culturas do mundo; e 
  • Partilhemos com outros para multiplicarmos seu efeito pela reconciliação de todas as coisas. 
Para isso vivemos e trabalhamos pela glória de Deus.

Fraternidade Wesleyana de Santidade reunida em 24 de Março de 2011 na Igreja Holiness do Bosque da Saúde

Primeira Parte:


Iniciamos com um delicioso café da manhã.

Bispo Ildo trouxe uma mensagem devocional baseada no Sermão do Monte:



Resumo da mensagem:
Como Jesus interpretou a lei mosaica?
Estaria Jesus ensinando salvação através das obras?
Temos aqui o primeiro, mais longo e mais importante discurso de Jesus, e também o menos obedecido.
Do alto de um monte, Jesus apresenta uma nova legislação para um Novo Testamento. Jesus discorre sobre a Lei Mosaica. Ele veio para cumpri-la e também para interpretá-la corretamente.
Jesus critica o legalismo farisaico e o mau uso da lei divina que produz orgulho espiritual, santidade apenas aparente e crentes de fachada, tipo sepulcros caiados.
Não adianta uma espiritualidade apenas exterior para inglês ver, pois os bem-aventurados são os puros de coração. Deus sonda os corações.
O caminho para a salvação não é o orgulho das obras, pois os bem-aventurados são os pobres de espírito que estão desprovidos de qualquer noção de direito de entrar no Reino de Deus por seus próprios méritos.
Os pobres de espírito clamam por misericórdia e a encontram em Cristo. Encontram nele não apenas o perdão, mas também o poder regenerador do Espírito Santo que os capacita a viverem de acordo com o elevado padrão moral estabelecido por Jesus no Sermão do Monte.
Somos salvos pela graça para as boas obras que Deus preparou de antemão para que andássemos nelas! Nossa luz deve brilhar através das boas obras para a glória de Deus!

Segunda Parte:

Na seqüência, nos reunimos em grupos de 3 pessoas e oramos uns pelos outros.
Então, ouvimos um maravilhoso estudo apresentado pelo Pr. Eduardo Goya sobre a mensagem de santidade na história da igreja Holiness.
 



Terceira Parte

Tivemos um abençoado momento de compartilhamento e debate sobre o que precisamos para voltarmos a ser um movimento transformador do Espírito Santo. Tripé: Paixão, Comunhão e Compromisso!

Terminamos conversando animadamente sobre os planos para a Grande Celebração do Coração Aquecido que acontecerá no Ginásio do Ibirapuera no dia 21 de Maio.
Nosso  próximo encontro ficou agendado para o dia 28 de Abril na Sede da Igreja Metodista Wesleyana que fica na Rua Ezequiel Freire, 670, Santana (Próximo a Estação do Metrô).
Agradecemos muito a Igreja Holiness por sua carinhosa acolhida, e pela deliciosa comida chinesa!



domingo, 1 de maio de 2011

Protesto Contra a Comercialização do Sagrado


Estão propondo votos e Sacrifícios em dinheiro para obtenção da plenitude do Espírito Santo
Estão propondo votos e Sacrifícios em dinheiro para obtenção da plenitude do Espírito Santo